Rock tosco de propósito

Junho 21, 2007

Gustavo Gouveia – [guga_gouveia@yahoo.com.br] 

Essa é a principal proposta da banda capixaba “Webt” em seu primeiro CD “Cantigas de Roda”.  Gravado, mixado e masterizado no estúdio BPM, em Copacabana, o registro foi produzido por Zé Felipe, nome pelo qual já passaram bandas consagradas do punk rock nacional, como Carbona, Staples e Ack.

O trio, formado por Rodrigo Arqlek nas guitarras e vocais, Manéu na bateria e um terceiro membro que atende pelo nome de “El Ocho Felino” no baixo, denomina o seu estilo de “toskore”, um punk hardcore que é tosco propositalmente.

O próprio nome do CD já sugere algo irreverente (Cantigas de Roda em uma banda de hardcore), e o registro é fiel ao esperado. São 14 faixas de punk rock tosco que atingem no máximo dois minutos cada uma. As influências são variadas girando não só em torno da música (como Mukeka di Rato, Ramones e Beach Boys), como da televisão (Chaves e Chapolin) e de brincadeiras de infância.

A gravação não é de qualidade ruim, mas o som é mal-tocado propositalmente, dando a impressão de que a gravação faz jus ao som.

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O profissional indispensável

Junho 21, 2007

Gustavo Gouveia – [guga_gouveia@yahoo.com.br] 

É uma espécie de salva-vidas do músico. É aquele cara que passa quase despercebido, sempre pelos cantos, mas que para uma boa performance de palco é indispensável sua ajuda. É o último elemento da banda, sempre cobrindo a retaguarda do músico nas situações adversas em shows, e sempre realizando o trabalho mais árduo numa “gig”. Esse profissional é o roadie.

O roadie é uma profissão recente, que vem aos poucos tomando lugar na cena musical. Os músicos estão reconhecendo o trabalho deste profissional, e o mercado para a profissão está se expandindo cada vez mais. De trabalho autônomo, passou a ser realizado por empresas especializadas em sonorização, para o maior conforto do artista (apesar de alguns optarem pela autonomia).

Atualmente, o trabalho é tão reconhecido que o roadie não trabalha somente para bandas. Artistas solo que tocam em bares, ou que trabalham nas festas em geral, requerem o trabalho de um profissional que entenda da dinâmica de uma apresentação para auxiliá-lo.

Quem pensa que o trabalho do roadie é só o de carregar equipamentos e de ajudar nas adversidades em shows, engana-se. Viturino  Roadie, profissional autônomo na área, explica que  também é possível atuar na direção de palco do show, ou seja, na comunicação com os demais membros da equipe técnica, coordenando tudo o que diz respeito a som e iluminação de palco.

O trabalho do roadie está expandindo barreiras, a ponto que não só os estilos populares como reggae, rock e pop, mas também as apresentações de música erudita contratarem o profissional. Viturino relata que uma barreira a ser ultrapassada pelos roadies quando se fala em trabalho são as festas rave. Ele relata que o profissional faria grande diferença em se tratando de direção técnica e logística desses eventos.

Assita ao vídeo em que Viturino Roadie explica melhor a profissão:

 


A micareta do rock

Junho 21, 2007

Gustavo Gouveia – [guga_gouveia@yahoo.com.br] 

Temos de reconhecer que é nobre a iniciativa dos organizadores do Rock da Tarde, no Festival de Alegre, em priorizar o rock como estilo dominante entre as atrações do Palco Livre. É um favor às bandas de rock, já que os shows no palco principal do festival priorizam outros estilos mais populares.

O Rock da Tarde remonta ao carnaval de rua das principais cidades de interior, onde a confusão sonora é constante. Carros de som, raves em festinhas particulares, bandas de pagode e forró e o rock do palco livre se misturam num grande bacanal sonoro.

Deste modo, o grande obstáculo para as bandas do estilo passa a ser o público, e não o palco. Assim como no carnaval, a moçada do rock da tarde vai em busca de curtição e principalmente azaração, procurando os lugares com maior concentração de pessoas do sexo oposto. Infelizmente, neste quesito o rock não pode competir com axé, pagode e forró, por isso sai prejudicado.

Como participante do Rock da Tarde, percebi que a grande maioria das pessoas que passam pelo palco livre, onde tocam as bandas de rock, ficam uma ou duas músicas, zoam um pouco, talvez dão um beijo na boca, e depois saem, o que me leva a concluir que a grande maioria do público está presente não pela música, mas pela “zoação”, assim como acontece numa micareta.

Assista ao vídeo de Volume 7 tocando “Avalanche” no Rock da Tarde:

Por isso o Festival de Alegre é o que é. Entre o público, encontram-se desde metaleiros até cowboys, tentando agradar a todos os gostos, mas todos possuem um motivo em comum: a curtição, independente do estilo musical.

É fato que, se a organização do Palco Livre estivesse interessada em maior fluxo de pessoas, se daria melhor se colocasse mais bandas de axé, pagode ou forró. Mas se a intenção é manter a miscigenação musical, nós roqueiros agradecemos, pois tocaremos, curtiremos e entraremos no clima! Afinal, quem não gosta de uma boa “bagunça”?


In English, please – “The Vintages”

Junho 21, 2007

Alex Nakaóka - [alexdefabri@yahoo.com.br] 

Bateria checada. Câmera na mão. Destino: Vila Velha. É para a mais antiga cidade do Estado que parto para a terceira filmagem da nossa série de “Punk Rock”. É final de tarde de um domingo – 20 de maio. Com bastante coragem pego o Transcol 507, que nem de longe parece o ônibus lotado dos dias de semana e vou entrevistar mais uma banda, que se enquadra no estilo “Bubble Gum” (som que bate e gruda, segundo os próprios músicos).

Chego no terminal e me encontro com o vocalista e guitarrista da banda “The Vintages”, Marcelo Durão. Juntos, partimos pra outra viagem, até o estúdio alugado onde a banda realiza seus ensaios.

Ao chegar no estúdio, conheço o resto da banda. O guitarrista Pedro Henrique (“Peu”), o baterista Róbson Simões (“Tibil”) e o baixista Rodrigo Giuberti começam a preparar seus instrumentos, em meio a gozações com Durão, que demora alguns minutos pra afinar sua guitarra.

O começo do ensaio é rápido, afinal, sem estúdio próprio, tempo significa dinheiro.
A banda se empolga ao tocar canções como “From My Heart”, “Get Out”, “Stop Complaining” e “Hey Hey Girl”, todas em inglês, opção escolhida por fazer parte, segundo os próprios integrantes, do estilo da música, que busca relembrar coisas antigas e bandas como Ramones, que são a sua fonte maior de inspiração.

Após o ensaio e uma arrumação rápida dos instrumentos, a banda se prepara para a entrevista.

Alex Nakaóka: Como surgiu a banda?

The Vintages: A gente tinha uma banda de hardcore e ensaiava na casa de um amigo nosso. Depois dos ensaios a gente ficava tocando Ramones. E o nosso estilo é parecido com os Ramones. Daí, no final de 1999, surgiu a banda. Leia o resto deste post »


“Take me …” Uma banda e uma sugestão

Junho 21, 2007

Alex Nakaóka  – [alexdefabri@yahoo.com.br]

Terça-feira à noite. A chuva e o estranho frio que não costuma fazer em Vitória me desanima a sair de casa. Mas com o compromisso marcado, lá vou eu pra Mata da Praia, entrevistar e filmar a banda “Take Me…”. O Estúdio bem equipado e com excelente acústica, digna de um bom investimento, fica na casa do guitarrista Léo. Ao chegar, sou recebido por uma mulher e vários cachorros, até que chego aos fundos da casa, local onde fica o estúdio.

Na entrada vejo uma placa escrita: “Não entre com sapatos”. Bato na porta e ninguém atende. Após um tempo, descubro que está destrancada e, desatento, entro com os sapatos, ignorando o aviso. Logo sou repreendido pelos componentes da banda. Após a vergonha inicial, começamos um papo descontraído, até que Marcelo (baterista), Léo (guitarrista), Jean (vocal e guitarrista) e Jorginho (baixista) começam a ensaiar, com gozações e brincadeiras entre uma canção e outra.

Entrevista:

Alex Nakaóka: Porque banda “Take Me”?

Take Me… : A gente tirou o nome de uma música. A música chamava-se “Take Me to the river”. Aí, pra não ficar esse nome grande a gente colocou “Take Me” três pontinhos (…)”. A gente deixa as pessoas imaginarem o porque do nome. O que você acha que o nome sugere? Leia o resto deste post »


Kave em busca da maturidade musical

Junho 20, 2007

Danilo Bicalho - [danilopiassu@yahoo.com.br]

Igor Carneiro - [igorcarneiro83@hotmail.com]

Sidney Celante - [celantinho@hotmail.com]

A partir da junção dos nomes de alguns integrantes, a banda Kave produz o seu hardcore com muita determinação. Juntos desde a metade do ano de 2006, o grupo a princípio foi tachado de “colegial”, uma vez que se destacou tocando nos recreios de um colégio do bairro de Jardim Camburi. Mas o Kave foi adquirindo maturidade, aprimorando o som e já tem marcado para o próximo dia 20 de julho um show em uma festa à fantasia, em Maruípe. 
O baterista Vinícius Villela revela que logo que começaram a tocar, a banda era de reggae e com o tempo o hardcore foi se apoderando do grupo. “No começo, a gente tocava reggae. Mas com toda a influência que nós tínhamos, resolvemos fazer aquilo que era a nossa cara: o hardcore com base no punk rock. E hoje, nos damos bem melhor assim”, diz.
 
Ao falar das influências do Kave, Villela cita bandas como o ForFun, Dead Fish, Cpm22, Planet Hemp, Green Day e Millencolin, e diz que as suas composições são inspiradas no dia-a-dia: “Falamos do nosso cotidiano, do que acontece na nossa vida. Os ´rocks´, a escola, as mulheres, o que surgir na mente”.
 
Kave é formado por adolescentes, sendo Villela o mais velho do grupo com 16 anos. Todos os demais possuem 15 anos. O baterista revela que sua família lhe dá total apoio para a música, mas desde que os seus estudos não sejam prejudicados. “Minha família me apóia completamente. Nos dão carona para os ensaios e nos ajudam com a grana. A única exigência é que temos que estudar”, afirma.
 
Villela diz que a intenção da banda é evoluir musicalmente, sem se importar com o sucesso. “Não nos importamos com notoriedade, queremos é tocar. Ficar em cima de um palco é alucinante. É uma das melhores sensações. Só nos preocupamos em tocar melhor a cada dia”, conclui.
 Kave é:
 Emmanuel Petermann de Oliveira – vocal.
 Rodrigo Rasseli – guitarra.
 Pedro Cardoso Netto – guitarra.
 Kauê Scarim – baixo.
 Vinícius Villela – bateria.

 


Banda Auria: o punk em melodia

Junho 20, 2007

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Danilo Bicalho – [danilopiassu@yahoo.com.br]

Igor Carneiro – [igorcarneiro83@hotmail.com]

Sidney Celante - [celantinho@hotmail.com]                                      

                                                  

Formada há quatro anos, a banda Auria tem conquistado um espaço importante no meio underground do punk rock capixaba. Apesar do limitado cenário que o Espírito Santo possui para grupos deste estilo, o Auria percorre o estado realizando um número considerável de shows, que já passaram por Vitória, Vila Velha e Guarapari. E agora em processo de concretização do primeiro CD, mediante produção independente, já estão previstas turnês por Belo Horizonte, São Paulo e pela região do Nordeste.
 
Quem ouve o som da banda reconhece a qualidade das melodias e a intensidade das letras, e logo se torna inevitável a pergunta: será que nenhuma gravadora já se interessou por esses caras? Quem responde é o guitarrista e backing vocal do grupo, Vitor Zorzal, que já teve uma passagem pelo Dead Fish e carrega uma boa bagagem de experiência musical: “Algumas gravadoras de São Paulo e do Nordeste já chegaram a fechar um acordo verbal conosco. Ficamos esperando a burocracia toda para podermos mandar prensar o CD, mas na última hora as gravadoras alegaram estar sem grana para nos lançar. Foi uma falta de responsabilidade e organização o que ocorreu e por isso resolvemos lançar nosso primeiro álbum de maneira independente”.
 
Zorzal revela que se pudesse viveria de sua própria música, porém admite que no Brasil as oportunidades para o punk rock, hardcore e suas vertentes, são bem restritas. “Aqui em Vitória não existe um espaço com um mínimo de decência para apresentação. As bandas têm que ‘abrir as pernas’ para poderem tocar. Em São Paulo, até que algumas casas fornecem um espaço bacana com eventos somente para bandas independentes. Mas, infelizmente, a realidade no país é outra”, diz.
 
Apesar das dificuldades, o Auria já teve a oportunidade de tocar com bandas de renome nacional como Garage Fuzz, Dead Fish, Dance of Days e Noção de Nada. E até internacional, como é o caso da banda italiana Ingegno.
 
Ao falar das influências do grupo, Zorzal cita bandas como o Hot Water Music, Boys Sets Fire, Rise Against, Nofx, Millencolin, etc. E diz que a inspiração para as composições das músicas vem da “experiência de vida de cada um, das coisas que gostam de ouvir e falar, e das coisas que, às vezes, as pessoas não gostam de conversar”.
 
A banda já conta com um vídeo clipe da música “Doutrina”, que é já é bem conhecida pelos fãs do grupo. Mas Zorzal destaca a música “Sem Sentido”, que, segundo ele, trata sobre acreditar (ou não) no que faz sentido (ou não) para cada pessoa.
 
    Auria é:
    Rafael Braz – vocalista.
    Vitor Zorzal – guitarra e voz.
    Felipe Gustavo – guitarra e voz.
    Bernardo John – Baixo e voz.
    Rodolfo Sily – bateria.


Rock na roça

Junho 14, 2007

Danilo Bicalho – [danilopiassu@yahoo.com.br]

Igor Carneiro – [igorcarneiro83@hotmail.com]

Sidney Celante - [celantinho@hotmail.com]

Quem diria que na pacata Conceição de Castelo, com apenas 11 mil habitantes,  exista amantes do rock ‘n’ roll.  Pois acredite, existe! Há dois anos, a banda Gelo Seco agita a galera da cidade e vizinhança.

O município é rico em belezas naturais, entre elas a Cachoeira da Fumaça, uma das mais famosas do Espírito Santo. Mas a magia do lugar não é apenas graças às quedas d’água.

Ao redor da pracinha da cidade,  o som do rock ‘n’ roll tem animado bastante as festas organizadas pela banda Gelo Seco .  O sucesso dos eventos e as mudanças no sossego da cidade motivaram Elber Júnior, estudante de publicidade e propaganda da Ufes, a gravar um videoclipe.

A música Rastão – o Menino Rebelde, escolhida para o vídeo clipe, foi uma homenagem da banda a um ‘figuraça’ que vive no município e é conhecido por todos. O próprio Elber disse:

o menino rebelde não vive um dia sequer sem arrumar alguma confusão

Rastão – O Menino Rebelde

Toma lá dá cá

Pelo MSN, o líder da Banda Gelo Seco, Makson Côra, matou a curiosidade da galera e contou um pouco da história, produção, ensaios e os shows que tem animado a região de Conceição e cidades vizinhas.

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Filosofia “Peter Pan” no CD de estréia da banda Strike

Junho 6, 2007

Gustavo Gouveia – [guga_gouveia@yahoo.com.br]

O mais novo nome do Rio-core, a banda Strike, estréia com um álbum de alta qualidade de gravação e produção em suas 11 faixas. Muitas programações eletrônicas, toques de teclado e alguns violões dão um toque especial ao restante do som.

O carro chefe do CD é “Paraíso Proibido”, música que resume o álbum – videoclip abaixo. A música conta também com uma comunidade no orkut onde se reúnem quase 5 mil pessoas.

Além de programações eletrônicas  em “Paraíso Proibido” se tem os famosos “scratches”, típico dos dj´s de hip hop, aliado a vocais de ragga. A mistura faz lembrar o primeiro CD do Good Charlotte, que abusa destes elementos.

  • As outras faixas do álbum

Aquela História” é um punk pop direto, sem enfeites eletrônicos, e com ótima melodia vocal. A faixa que mais se difere das demais músicas do álbum é “O Jogo Virou”. Isso porque, apesar dos aparatos eletrônicos e scratches, a música foi toda tocada em violão. A mensagem da letra é típica do Rio-Core e contém influências inegáveis da banda Sublime.

O Teu Olhar” é a faixa que representa o hardcore melódico na bolachinha e se identifica notoriamente com o New Found Glory de “Sticks and Stones”.

Com toda essa diversidade musical em seu CD de estréia, a Strike tem tudo para triunfar não só dentro do público de punk rock, pois a super produção – superior às demais bandas do Rio-core – deixou o álbum altamente comerciável. “Desvio de Conduta” cairá como uma luva para uma nova geração que se identifica com um som jovem, e um jeito “Peter Pan” de ser.


O estilo Rio-core de ser

Junho 6, 2007

Gustavo Gouveia – [guga_gouveia@yahoo.com.br]

Um sem-número de caracterizações surgem quando se tenta definir algumas vertentes musicais. E não é difícil que o efeito seja contrário ao que se possa pretender. Buscar definir em qual estilo se encaixa certa banda pode gerar muita confusão – como já vi em vários fóruns musicais espalhados pela net. Dentro do punk rock/hardcore não é diferente.

E agora, para embaralhar de vez a cabeça dos ouvintes, os tupiniquins inventam o termo Rio-core.

Definição – O Rio-core, assim como os outros subgêneros do punk/hardcore, tem as suas peculiaridades. É um punk rock pop e alto-astral que traduz o espírito de diversão e descontração associado ao carioca. Às vezes as bandas utilizam até influências de reggae. Com menos lirismo, as letras passam mensagens diretas e abusam de gírias e expressões características dos adolescentes e jovens locais. Não que as bandas desse subgênero só possam ser cariocas, mas precisam se encaixar nesse espírito.

Em geral, o público desse segmento é adolescente de classe média que é identificado pelo som “curtição”, a filosofia “Peter Pan” e as mensagens hedonistas das músicas.

Características – Não existe um estilo que caracterize o modo de se vestir desse público – o que acontece com Emocore, por exemplo. O som atinge a várias tribos além dos roqueiros, como surfistas, skatistas, “jiu-jiteiros” e até baladeiros.

As principais representantes do Rio-core são Forfun, Darvin e Dibob do Rio de Janeiro, e Strike, de Minas Gerais. O estilo se popularizou após o lançamento de “Teoria Dinâmica Gastativa”, primeiro CD da banda Forfun, que estourou na mídia televisiva com o clipe da música “História de Verão”. Clipe e música resumem bem o estilo: a música se utiliza de uma linguagem bem adolescente e descolada enquanto que o clipe representa o hedonismo juvenil ao reproduzir uma típica festa de classe média com muita diversão e azaração.

As origens Leia o resto deste post »