Rock na roça

Junho 14, 2007

Danilo Bicalho – [danilopiassu@yahoo.com.br]

Igor Carneiro – [igorcarneiro83@hotmail.com]

Sidney Celante - [celantinho@hotmail.com]

Quem diria que na pacata Conceição de Castelo, com apenas 11 mil habitantes,  exista amantes do rock ‘n’ roll.  Pois acredite, existe! Há dois anos, a banda Gelo Seco agita a galera da cidade e vizinhança.

O município é rico em belezas naturais, entre elas a Cachoeira da Fumaça, uma das mais famosas do Espírito Santo. Mas a magia do lugar não é apenas graças às quedas d’água.

Ao redor da pracinha da cidade,  o som do rock ‘n’ roll tem animado bastante as festas organizadas pela banda Gelo Seco .  O sucesso dos eventos e as mudanças no sossego da cidade motivaram Elber Júnior, estudante de publicidade e propaganda da Ufes, a gravar um videoclipe.

A música Rastão – o Menino Rebelde, escolhida para o vídeo clipe, foi uma homenagem da banda a um ‘figuraça’ que vive no município e é conhecido por todos. O próprio Elber disse:

o menino rebelde não vive um dia sequer sem arrumar alguma confusão

Rastão – O Menino Rebelde

Toma lá dá cá

Pelo MSN, o líder da Banda Gelo Seco, Makson Côra, matou a curiosidade da galera e contou um pouco da história, produção, ensaios e os shows que tem animado a região de Conceição e cidades vizinhas.

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“Acho que o caminho no Brasil é para o fim dos cds”, diz baterista

Maio 30, 2007

Juliana Farias - [juli.farias@yahoo.com.br]

A democratização dos meios de produção abre espaço para que as pessoas tenham acesso mais facilmente a internet e aos dispositivos de distribuição em rede. Agora é possível produzir vídeos, publicar livros e gravar músicas na plataforma Web.

Sites como Itunes (música), Youtube (video), Orkut (relacionamentos) e Lulu.com (editoração) atuam como ferramentas para alimentar a criatividade e produção de uma geração àvida por novidades e últimas tecnologias.

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Indústria cultural e novas tecnologias: mudança de paradigmas

Maio 30, 2007

Juliana Farias - [juli.farias@yahoo.com.br]

Pirataria. Receptáculo de idéias. Democratização do conhecimento e de sua produção. Esses foram alguns dos temas discutidos em entrevista com Alexandre Curtiss - professor dr. do Departamento de Comunicação Social da Ufes e coordenador do Grupo de Estudos Audiovisuais (Grav).

No capitalismo cognitivo é possível se manter somente como “receptáculo de idéias”? O processo de democratização dos meios de comunicação não precisa ser reavaliado. Uma das discussões feitas por Maurizio Lazzarato, no seminário O Comum, que aconteceu entre os dias 21 e 25 de maio de 2007, é que não basta ter acesso ao conhecimento já existente e às ferramentas (computadores, internet). É fundamental participar do processo de produção.

Você concorda com a afirmação? Por quê?

Alexandre Curtiss: Sempre é possível ser apenas “receptáculo de idéias”. É um lugar do processo de comunicação. Ele é pacífico, conformista, calculado e tem pânico de qualquer esforço, sofrimento, risco. Portanto é ainda muito procurado e bem sucedido.

Concordo com a afirmação de Lazzarato sobre não bastar ter acesso à informação, ao conhecimento (na verdade, aos instrumentos de acesso). 

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