Junho 21, 2007
Alex Nakaóka – [alexdefabri@yahoo.com.br]
Terça-feira à noite. A chuva e o estranho frio que não costuma fazer em Vitória me desanima a sair de casa. Mas com o compromisso marcado, lá vou eu pra Mata da Praia, entrevistar e filmar a banda “Take Me…”. O Estúdio bem equipado e com excelente acústica, digna de um bom investimento, fica na casa do guitarrista Léo. Ao chegar, sou recebido por uma mulher e vários cachorros, até que chego aos fundos da casa, local onde fica o estúdio.
Na entrada vejo uma placa escrita: “Não entre com sapatos”. Bato na porta e ninguém atende. Após um tempo, descubro que está destrancada e, desatento, entro com os sapatos, ignorando o aviso. Logo sou repreendido pelos componentes da banda. Após a vergonha inicial, começamos um papo descontraído, até que Marcelo (baterista), Léo (guitarrista), Jean (vocal e guitarrista) e Jorginho (baixista) começam a ensaiar, com gozações e brincadeiras entre uma canção e outra.
Entrevista:
Alex Nakaóka: Porque banda “Take Me”?
Take Me… : A gente tirou o nome de uma música. A música chamava-se “Take Me to the river”. Aí, pra não ficar esse nome grande a gente colocou “Take Me” três pontinhos (…)”. A gente deixa as pessoas imaginarem o porque do nome. O que você acha que o nome sugere? Leia o resto deste post »
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Escrito por labmedia
Maio 30, 2007
Juliana Farias - [juli.farias@yahoo.com.br]
A democratização dos meios de produção abre espaço para que as pessoas tenham acesso mais facilmente a internet e aos dispositivos de distribuição em rede. Agora é possível produzir vídeos, publicar livros e gravar músicas na plataforma Web.
Sites como Itunes (música), Youtube (video), Orkut (relacionamentos) e Lulu.com (editoração) atuam como ferramentas para alimentar a criatividade e produção de uma geração àvida por novidades e últimas tecnologias.
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1 Comentário |
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Escrito por Juliana Farias
Maio 30, 2007
Juliana Farias - [juli.farias@yahoo.com.br]
Pirataria. Receptáculo de idéias. Democratização do conhecimento e de sua produção. Esses foram alguns dos temas discutidos em entrevista com Alexandre Curtiss - professor dr. do Departamento de Comunicação Social da Ufes e coordenador do Grupo de Estudos Audiovisuais (Grav).
No capitalismo cognitivo é possível se manter somente como “receptáculo de idéias”? O processo de democratização dos meios de comunicação não precisa ser reavaliado. Uma das discussões feitas por Maurizio Lazzarato, no seminário O Comum, que aconteceu entre os dias 21 e 25 de maio de 2007, é que não basta ter acesso ao conhecimento já existente e às ferramentas (computadores, internet). É fundamental participar do processo de produção.
Você concorda com a afirmação? Por quê?
Alexandre Curtiss: Sempre é possível ser apenas “receptáculo de idéias”. É um lugar do processo de comunicação. Ele é pacífico, conformista, calculado e tem pânico de qualquer esforço, sofrimento, risco. Portanto é ainda muito procurado e bem sucedido.
Concordo com a afirmação de Lazzarato sobre não bastar ter acesso à informação, ao conhecimento (na verdade, aos instrumentos de acesso).
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Escrito por Juliana Farias