É uma espécie de salva-vidas do músico. É aquele cara que passa quase despercebido, sempre pelos cantos, mas que para uma boa performance de palco é indispensável sua ajuda. É o último elemento da banda, sempre cobrindo a retaguarda do músico nas situações adversas em shows, e sempre realizando o trabalho mais árduo numa “gig”. Esse profissional é o roadie.
O roadie é uma profissão recente, que vem aos poucos tomando lugar na cena musical. Os músicos estão reconhecendo o trabalho deste profissional, e o mercado para a profissão está se expandindo cada vez mais. De trabalho autônomo, passou a ser realizado por empresas especializadas em sonorização, para o maior conforto do artista (apesar de alguns optarem pela autonomia).
Atualmente, o trabalho é tão reconhecido que o roadie não trabalha somente para bandas. Artistas solo que tocam em bares, ou que trabalham nas festas em geral, requerem o trabalho de um profissional que entenda da dinâmica de uma apresentação para auxiliá-lo.
Quem pensa que o trabalho do roadie é só o de carregar equipamentos e de ajudar nas adversidades em shows, engana-se. Viturino Roadie, profissional autônomo na área, explica que também é possível atuar na direção de palco do show, ou seja, na comunicação com os demais membros da equipe técnica, coordenando tudo o que diz respeito a som e iluminação de palco.
O trabalho do roadie está expandindo barreiras, a ponto que não só os estilos populares como reggae, rock e pop, mas também as apresentações de música erudita contratarem o profissional. Viturino relata que uma barreira a ser ultrapassada pelos roadies quando se fala em trabalho são as festas rave. Ele relata que o profissional faria grande diferença em se tratando de direção técnica e logística desses eventos.
Assita ao vídeo em que Viturino Roadie explica melhor a profissão:
Quem diria que na pacata Conceição de Castelo, com apenas 11 mil habitantes, exista amantes do rock ‘n’ roll. Pois acredite, existe! Há dois anos, a banda Gelo Seco agita a galera da cidade e vizinhança.
O município é rico em belezas naturais, entre elas a Cachoeira da Fumaça, uma das mais famosas do Espírito Santo. Mas a magia do lugar não é apenas graças às quedas d’água.
Ao redor da pracinha da cidade, o som do rock ‘n’ roll tem animado bastante as festas organizadas pela banda Gelo Seco . O sucesso dos eventos e as mudanças no sossego da cidade motivaram Elber Júnior, estudante de publicidade e propaganda da Ufes, a gravar um videoclipe.
A música Rastão – o Menino Rebelde, escolhida para o vídeo clipe, foi uma homenagem da banda a um ‘figuraça’ que vive no município e é conhecido por todos. O próprio Elber disse:
o menino rebelde não vive um dia sequer sem arrumar alguma confusão
Rastão – O Menino Rebelde
Toma lá dá cá
Pelo MSN, o líder da Banda Gelo Seco, Makson Côra, matou a curiosidade da galera e contou um pouco da história, produção, ensaios e os shows que tem animado a região de Conceição e cidades vizinhas.
Batizar é uma coisa difícil. Têm horas em que tudo mundo tem alguma sugestão. Outras em que o silêncio impera – ou um pouco dessas duas coisas também. A minha ingrata missão foi a de criar um blog para a turma postar conteúdos que no final do período vai constituir um especial – veja mais na página Equipe.
Fui perguntar a um colega, via bilhete em sala de aula, uma sugestão de nome. Sádico, ele se esquiva e devolve – mas que conceito você quer dar?. Ah! quero um nome que tenha implícito a idéia de multiplicidade, cooperação, cultura do espalhe etc…. tentando lembrar também que é um laboratório de online. O esquivamento continuou.
No mesmo dia usei minhas contas de messenger reunidas no meebo pra encher o saco de quem ia encontrando. Achei minha colega Paula Lima. Esse bate-papo não poderia ter sido mais produtivo e foi dele que nasceu o nome para esse blog – “VibeRock . Vibrações Inteligentes Beneficiando a Existência. Um ESPECIAL sobre Rock”.
Um conceito de cooperação nascido em um espaço clássico para isso.